Concluído04/2026

Controle de refeições: a ferramenta que descobriu 32,9% de desperdício

Digitalizar a contagem de refeições devolveu 65 horas por mês e revelou um problema maior que o pedido: um terço da comida não era retirado.

ROI: 65h/mês
#portal#sem-ia#medição#lab

Contexto

O restaurante interno controlava refeições em papel: quem pediu, quem retirou, quanto sobrou. O time de facilities contava na mão, cerca de 15 horas por semana.

A ferramenta digitalizou o ciclo: solicitação, retirada, quiosque de registro presencial, painel de cozinha e um medidor de ocupação do salão em tempo real.

Bastidores

Em produção desde abril de 2026. Cerca de 65 horas por mês e cerca de mil refeições por mês registradas.

A parte boa veio de brinde. Ao medir, a ferramenta mostrou uma taxa de desperdício de 32,9%: mil refeições pedidas contra 671 retiradas em trinta dias. Ninguém sabia, porque papel não soma.

A meta virou 10%. E a economia de comida que essa redução representa é maior que a economia de horas que justificou o projeto.

Fonte: livro O Laboratório que Sobrevive, cap. 10 (dados de 05/08/2026). Painel completo em doug.ia.br/painel.

Aprendizados

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    Medir revela problemas maiores que o problema que motivou a medição.

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    O efeito colateral mais valioso de uma automação é tornar visível o que ninguém tinha como enxergar.

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    Papel não soma. Enquanto o dado estiver em papel, o problema não existe para ninguém.

Como Replicar

1Digitalize a contagem antes de otimizar

Antes de qualquer meta, registre o ciclo inteiro: pedido, retirada, sobra.

2Olhe a diferença entre etapas

Pedido menos retirado é o número que ninguém tinha. Procure esse tipo de subtração no seu processo.

3Transforme a descoberta em meta

Com o número na mão, a meta deixa de ser opinião. No caso, de 32,9% para 10%.

Aprovado

Gostou deste experimento?

Os próximos chegam primeiro no Doug Drops. E o painel mostra todos os casos do laboratório lado a lado.